a Bombinhas em Foco ( 18/08/2017 ) a

Bombinhas prevê ampliação do sistema até 2015

Um investimento de R$ 17,4 milhões pretende garantir a implantação de esgoto sanitário no município. O recurso é proveniente de uma parceria entre a Casan e a Agência Internacional de Cooperação Japonesa (Jica), e faz parte da primeira etapa do Programa de Saneamento Ambiental do Estado. Bombinhas é a primeira cidade a receber o projeto, que se estenderá a Florianópolis, Balneário Piçarras e Balneário Barra do Sul. Ao todo, o investimento do programa chega a R$ 404 milhões.

Hoje, a coleta de esgoto em Bombinhas corresponde a 10% da área do município. A previsão é que, com a implantação da rede, o benefício chegue a 65% da população. O projeto inicial prevê a implantação de 30 quilômetros de rede e a construção de estações elevatórias e de tratamento de esgoto.

Técnicos da Casan e do Consórcio Catarinasan, formado por duas empresas brasileiras e duas japonesas, que venceu a licitação internacional para a revisão e atualização dos projetos, iniciaram os trabalhos na quinta-feira. Em Bombinhas, a previsão é que o planejamento da obra e o licenciamento ambiental estejam prontos até o final do ano. A conclusão da empreitada ocorrerá até 2015.

O saneamento deverá melhorar as condições de balneabilidade de Bombinhas, que tem no turismo a principal atividade econômica. Maria Alice Pavan, diretora de Saneamento do município, diz que a obra é uma reivindicação antiga da comunidade – e um dos motivos que levaram a prefeitura a pedir o cancelamento do contrato com a Casan, no ano passado.

A Companhia conseguiu uma liminar na Justiça para se manter à frente dos serviços de água e saneamento, mas o município está recorrendo. Após a confirmação da escolha da cidade como a primeira a receber os investimentos em coleta e tratamento de esgoto previstos no convênio com a Jica, o processo poderá ser reavaliado:

– Devemos discutir a situação internamente, e com a sociedade. Por enquanto ainda não temos uma posição oficial – diz Maria Alice.

No Estado, pelo menos um município deixou de receber o investimento após ter se desligado da Casan. Segundo a assessoria de comunicação da companhia, a cidade de Penha, que cancelou o contrato no ano passado, deveria receber R$ 42 milhões por meio do convênio.



Fonte: JORNAL DE SANTA CATARINA (Blumenau – SC)

 

 

 

 

 

 

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