a Bombinhas em Foco ( 18/11/2018 ) a

Polícia ainda não tem pistas dos assaltantes do Besc

A polícia Civil ainda não sabe quem são os bandidos que fizeram a gerente do Besc de Bombinhas refém por 14 horas, e fugiram levando R$ 200 mil do banco. Os tiras tão tomando depoimentos do pessoal que ficou cara a cara com os assaltantes, pra fazer um retrato-falado. Eles acreditam que, com a divulgação da cara dos trastes, possam pintar mais informações sobre seus paradeiros.

O assalto rolou entre os dias 11 e 12 de janeiro. A gerente do banco, Maria Sueli Hoffmann, chegava no prédio onde mora, na avenida Vereador Manoel dos Santos, quando foi rendida por dois caras armados e obrigada a levá-los até o seu apê.

O marido, dois filhos e o genro da mulher, que é tenente da PM em São Joaquim, também foram feitos reféns. Eles ficaram em poder dos bandidos por 14 horas. Durante toda a noite, 10 assaltantes se revezaram pra ficar de olho na família. O bando ainda revirou o apartamento e surrupiou um revólver calibre 38, que pertencia ao marido da gerente.

Pela manhã, Maria Sueli foi obrigada a convencer duas outras funcionárias do banco, que tinham a chave e o segredo do cofre, a encontrarem com ela. As três foram levadas até a agência, que fica na rua Baleia Jubarte, coladinha na prefa de Bombinhas, e tiveram que liberar o acesso da quadrilha à dinheirama.

Imagens dos carros usados pela quadrilha foram gravadas pelas câmeras espalhadas pela city, e horas depois a polícia conseguiu encontrar dois dos possantes abandonados, um Renault Megane e uma Ford Eco Sport. Dentro dos carangos foi achado o berro do marido da gerente, o celular de uma das vítimas e o computador onde tavam as imagens feitas pelo circuito interno do banco.

Sem respostas

O delegado responsável pelo caso, dotô André Manoel de Oliveira Filho, disse que ainda não recebeu o resultado da perícia que tá sendo feita no tal computador. “Estamos à espera do laudo”, disse.

Ele comentou que as testemunhas tavam sendo ouvidas dinovo pra passarem características dos bandidos, que possam levar ao paradeiro deles. “Vamos fazer retrato-falado dos membros da quadrilha”, contou o dotô.

A polícia ainda não sabe ao certo de onde veio o bando, e tá investigando a possibilidade de eles terem recebido alguma informação privilegiada, já que um dos trastes usava uma máscara, e pode ser conhecido das vítimas. Quem tiver informações sobre os caras pode ligar pro disque-denúncia, 181, ou pra central de Investigações, no (47) 3264-6614. Não é preciso identificar-se.



Fonte: DIÁRIO DO LITORAL (Litoral Catarinense)

 

 

 

 

 

 

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