a Bombinhas em Foco ( 18/11/2018 ) a

AEMB/CDL, CARNAVAL DE BOMBINHAS NOTA ESCLARECEDORA

O termo/nota oficial que tornou-se público da Unidos da Vila do Sapo, assinado pela sua presidente Rosângela Eschberger, em que apresenta as razões e justificativas pelo qual não deverá acontecer o desfile de Carnaval desta escola, neste ano, faz citação ao COMTUR que "nunca tomou posição" e à AEMB, cuja "presidência nunca se fez presente nestas reuniões".
Lamentamos de toda forma o espírito agressivo com que tratam um assunto que certamente não tem dono. O Carnaval não é uma festa deste ou daquele. É uma manifestação popular.

Nunca a AEMB e a CDL se posicionaram contra a realização da festa no Centro. Quando afirma que a AEMB nunca se fez presente, falta com a verdade porque em 2008 o presidente da AEMB Mário Pera participou da reunião em que uma das integrantes dos encontros era a senhora Joana Bailon - que se sabe filha da senhora Rosângela - e que tomou conhecimento claramente como todos os demais, que havia uma decisão da Polícia Militar, demais órgãos de segurança que não poderia haver desfile no local tradicional em função das dificuldades de segurança e acessibilidade para alguns pontos. Então não é verdade que nunca estivemos presentes. Neste ano, não participamos, porque não fomos convidados. E portanto não tínhamos razão de estar presentes. Estiveram presentes representantes das escolas, segurança pública, COMTUR e prefeitura.Novamente ficou claro que não seria possível realizar no centro.

Considerem alguns pontos:

1 - A Escola Furiosa decidiu não participar do evento Carnaval por questões próprias, relacionados a problemas internos, já elencados por eles. Independente do local a ser realizado o desfile, mesmo no centro como de costume não iriam participar; conversamos com o seu representante, o Mário, ele afirmou que não se prepararam, já estavam decididos a não participar pelas razões internas, embora é claro tem o charme e a tradição de fazer no centro;

2 - Como representante de empresas locais - que gerencio- sempre fomos estimuladores e incentivadores do Carnaval adquirindo cotas de patrocínios das duas escolas. Quando seus representantes não nos procuravam, fazíamos o trabalho inverso, como podem comprovar os senhores: Mario/Furiosa, Bastantão/Vila do Sapo e a própria Joana/Vila do Sapo com quem tratamos de patrocínio na edição de 2008. Isto posto está claro que quem apóia seguidamente, coloca o nome, tem crédito suficiente para reforçar a tese de que não se omite. Em 2008 nossas empresas Vila do Farol e Vila do Coral destinaram R$ 3 mil para as escolas, adquirindo kits e camisetas;

3 - Diante do impasse trazido pelos órgãos de segurança, necessários para garantir a integridade física das ,milhares de pessoas, é preciso poder efetivo para bancar e peitar a decisão, assumindo todos os riscos e custos. A AEMB como entidade privada não tem poder de polícia, não tem poder de determinar qual rua pode ser fechada ou aberta. Para isso existe as autoridades constituídas.

4 - Como presidente da AEMB defendi abertamente o direito líquido e certo das escolas - inclusive ao vivo na Rádio Mariscal - destacando que todo o trabalho sempre foi feito de forma voluntária e dedicação dos seus integrantes, com ausência explicita do poder público e de parte da comunidade, notadamente a classe empresarial, que defende a realização do Carnaval mas poucos apóiam.

Quem fez a história do Carnaval, as duas escolas por mais de 25 anos têm lastro, têm posições marcantes na sociedade. É preciso reconhecer isso. Agora não se justifica atacar e acusar pessoas e entidades que se movem para o interesse geral. A AEMB e a CDL têm dado contribuição sistemática para melhorar. Quando não estivermos presentes podem ter certeza que será por algumas razões:

a) ausência de convite;
b) impossibilidade de atender ao convite;

Nunca nos furtaremos, nos ausentaremos pelos motivos:

a) diferenças ideológicas ou político/partidárias;
b) omissão;
c) desvio de interesse ou receio de assumir posição;
d) falta de decisão ou receio de ter que contribuir financeiramente.

A AEMB tem construído nestes dois anos um novo pensamento de atuar, ainda geramos desconfiança. Até porque prevalece no centro e no seio do pensamento vigente, que todo o movimento articulado tem o interesse posterior de alcançar o poder político, não é o caso da AEMB.

Mario Pera
Presidente AEMB



Fonte: MARISCAL FM

 

 

 

 

 

 

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